O que é isso?



22/08/2008 15:06

Não me esqueça


Se você é uma das pessoas que adora Gossip Girl, tanto os livros quanto a série, vai ficar totalmente empolgado com o último livro que conta a história dos adolescentes mais bonitos, ricos e problemáticos que você já conheceu, enquanto ainda estão na escola.

A contagem regressiva para a faculdade pode parecer uma saída para todos nós, pobres mortais, mas para esse pessoal só trás mais chances de fazer loucuras, gastar milhares de dólares e, é claro, ter relacionamentos estranhos e turbulentos.

Blair, Serena, Nate e Dan curtem os últimos dias de verão e se preparam para virar gente grande, se é que se possa sonhar com isso em relação a essas pessoas. O resultado dessa espera para a faculdade dá tempo livre parar que rolem festas, pegações e, é claro, escândalos cheios de fofoca.

Pode ter certeza que muita coisa que acontece nesse último capítulo da vida dos nossos amigos – ou você vai dizer que ainda não se apegou a eles? – nova iorquinos você nem sonhou. Eu entendo que é difícil não ter pensado em algo que pudesse acontecer com eles, mas confie em mim, existem coisas que estão além da imaginação.

O livro é uma delícia, com aquele jeitinho que só Cecily von Ziegesar sabe deixar o texto. Não dá pra parar de ler até que você descubra todos os segredos e últimas fofocas que estão acontecendo em Manhatann. Você sabe que a ama e não pode deixar de ouvir tudo que nossa querida Gossip Girl tem pra contar.

enviada por Carol Patrocinio



07/08/2008 13:54

Carta a L. – Uma história de amor

Ler Carta a D., do austríaco André Gorz, é cair numa reflexão e comparação profunda da sua vida amorosa com a história do próprio autor contada no livro. Escrito em 2006 à sua esposa, Dorine Keir, a obra recorda um relacionamento de 54 anos que terminou fatalmente por causa de um erro médico. O que tirou a vida de D.

Por ser curto e envolvente, em dois dias deu para ler tudo e até criar uma relação com a minha própria vida amorosa. Portanto, ao final, percebi que tal obra poderia ser escrito, com um toque exagerado de romance, por qualquer ser humano que caiu nas graças do amor. Toda e qualquer história é diferente, única e sempre acaba contendo uma boa dose de drama.

Minha carta ainda não deve ser elaborada, em tão pouco tempo de um amor, eu já tenho história para quem quiser ouvir. Mas as mudanças, com a ajuda de André Gorz, ficaram mais evidentes. Tanto para mim quanto para o outro lado. Na época, acho que poucas pessoas se preocupavam de fato com o que uma pessoa trouxe para a sua vida. Talvez, por isso, Gorz escreveu tal obra somente em 2006, em tempos contemporâneos, depois de viver toda uma vida ao lado de alguém que, de acordo com ele, sem a vida dela, ele não tinha descoberto a dele.

Minha carta é a L. O começo é curto e ainda não planejado, mas o final é “obrigado”.
enviada por Caio Caprioli



05/08/2008 13:43

Quantos anos tem a pessoa mais velha do mundo?


Só isso? Então eu vou te apresentar um amigo meu que tem uma idade que você não vai nem acreditar: 199 anos. O quê? Você duvida de mim? Então eu apresento Muzinga, um senhor muito saudável que, apesar da idade avançada, aparenta ter apenas uns 60 anos.

Muzinga, filho de escravos, mora no livro “A incrível história do homem mais velho do mundo”. Assim que você começa a ler o livro, sente-se lendo quadrinhos, mas sem as imagens para atrapalhar – ok, isso é coisa de gente que, como eu, prefere criar suas próprias imagens.

A história que a gente encontra nas páginas que se seguem é sobre uma vida, gigante, e cheia de descobertas: lugares, histórias, acontecimentos, línguas desconhecidas e a última viagem. Nessa viagem, Muzinga resolve levar seu tatataraneto, Caio, que tem apenas 13 anos. Para onde eles vão? Não posso contar, eles pediram segredo!

Eu só posso dizer que você vai ficar extremamente encantado com as descobertas e problemas que os dois passam juntos. Uma prova de que não importa a idade, as pessoas podem se divertir juntas e se história de avô já é algo legal, que dirá de tatataravô, né?!

O livro foi escrito pelo quadrinista André Diniz, carioca e ganhador de 14 prêmios, desde 2001, por seus quadrinhos. Essa é sua estréia na literatura, pela editora Galera Record.

Que tal ler o primeiro capítulo do livro? Você vai querer ler o resto, certeza!

enviada por Carol Patrocinio



02/08/2008 16:57

Crepúsculo é o novo Harry Potter?!


Vampiros, monstros e criaturas do mal. O cinema, a TV e os livros de ficção estão cheios desse tipo de história. Vocês se lembram do filme “Blade – O caçador de Vampiros”? Ou andam acompanhando a série “Moonlight”, sucesso da Warner onde um detetive vampiro investiga casos macabros? São tantas as histórias desse tipo que nós nem sabemos explicar como “Crepúsculo”, da autora americana Stephenie Meyer, conseguiu conquistar a todos e vender mais de 2 milhões de cópias em todo o mundo.

O segredo do sucesso de “Crepúsculo” pode explicar-se, talvez, pela união de ficção e realidade. No livro, a autora une histórias horripilantes com histórias de um cotidiano normal de adolescentes de uma pequena cidade chamada Forks, em Washington. É pra lá que a protagonista, Isabella Swan, se muda para viver com o pai. Tímida e reservada, Isa adoro ir à biblioteca e passar horas lendo. É assim que conhece o misterioso Edward Cullen, por quem se apaixona perdidamente. Ela só não imagina que o garoto é um vampiro e tem sede pelo seu sangue.

O livro aparece entre os mais vendidos dos Estados Unidos e, por isso, está sendo considerado o novo Harry Potter. Sua autora, Stephenie Meyer, já anda levando fama de “a nova J. K. Rowling”. “Crepúsculo” tem 3 edições a venda e, a quarta e última delas, chega no próximo mês em terras norte-americanas.



Tamanho sucesso não poderia dar em outra coisa. O livro queridinho entre os jovens apaixonados por ficção conquistou os produtores de Hollywood, que já investiram uma grana milionária para levar a história de Isa e Edward às telonas ainda nesse ano.

O filme chega aos cinemas no dia 12 de dezembro e tem a participação dos atores Kristen Stewart (de “Jumper” e “Into the Wild”) e Taylor Lautner ( que fez ponta em “Eu, a Patroa e as crianças”).

Quer ver mais fotos da produção? Clique aqui! Eu já tou louca pra assistir :D
enviada por Aline



29/07/2008 11:02

Rock'n'roll só existe com sexo e drogas?


Eles são quatro adolescentes iguais eu ou você e como todos nós, sonham em ser estrelas do rock. Kendall é a voz, A/B é o guitarrista e único garoto da banda, Stella toca baixo, mas é considerada a pessoa que dá as ordens e Wynn é a boa baterista, ou baterista boa, se você preferir. A banda é o 6X e esse é o primeiro cd dos garotos. Quer saber como é a vida deles? Tudo está contadinho em "Confissões de uma banda: alto, rápido e fora de controle".


Entre shows, viagens, turnês, amizades, paixões, porres, drogas, loucuras de todos os tipos, namoros, traições, doenças, transtornos alimentares, atletas famosos, vergonhas, viagens astrais e relacionamentos que dão ‘o próximo passo’, você conhece um pouco de cada uma das garotas, e do garoto, e toda a loucura de ser um rock star.

Mas como nem tudo são flores, você também vai ficar apavorado com seqüestros, seitas malucas e o outro lado do mundo visto de forma assustadora; tudo ao som de muito rock’n’roll, indie rock, pop rock ou seja lá o nome que você quiser chamar.

Em cada capítulo, você ainda encontra citações de grandes nomes da música, como Neil Young, Elvis Costello, The Sonics, Paul McCartney e Grand Funk Railroad; que você precisa ouvir, pelo menos uma vez!

Esse é o tipo de livro que você tem vontade de parar tudo o que está fazendo para conseguir saber como termina a história, sabe? O problema é que quando acaba, você fica maluco pela continuação, afinal, como foi dali pra frente?

Nina Malkin, a autora do livro, é jornalista e foi editora da Teen People, portanto, sabe muito bem do que as garotas gostam. Ela também escreveu o "Confissões de uma banda", livro que fala do começo da história do 6X. Só pra dar um quê de invejinha, ela já entrevistou a Avril Lavigne, a Britney Spears e a PJ Harvey.

O livro tem tradução de Rodrigo Abreu e é parte da coleção da Galera Record.

Você acha que ser rock star é fácil? ;)

enviada por Carol Patrocinio



28/06/2008 23:39

"Por muito tempo achei que a ausência é falta..."

Faz algum tempo que eu venho tentando achar uns minutos do meu dia para retomar o Bookmarks, mas a vida anda corrida e eu nem tenho tido muito tempo para ler. Salve as horas intermináveis atarraxado bem no meio do trânsito de São Paulo que, quando não acabo caindo no sono dentro de qualquer tipo de transporte público existente, arranco da bolsa um livro e tento ler um pedaço, acompanhado de alguma música que toca no MP3. Enfim, aos livros.

Nesse tempo que não deu para ler muita coisa, peguei “O Apanhador do Campo de Centeio”, de Jerome David Salinger, que Aline já comentou em outro post aqui, e eu acabei achando o livro bem sincero. A definição do título feita por Caulfield vale por todas as palavras e histórias que ele contou durante a narrativa. É de se ler em poucos dias, de se refletir sobre a sua vida e ficar imaginando o porque do assassino de John Lennon carregar esse livro no dia do crime.

Antes, por tanto ouvir falar, acabei lendo “O Amor Líquido”, de Zygmunt Bauman, que trata apor causa do passar e agilidade do tempo. Não descordei em gênero, número e grau, tentei incorporar algumas dicas do sociólogo a minha vida e, o melhor de tudo, é que acabei gerando outros pontos de vistas e discussões internas sobre a minha pessoa. Complicado, o livro. Mas é um daqueles que de tantos conceitos e ligações acaba roubando seu cérebro e te faz perder a noção de tempo e espaço. Bauman é, infelizmente, um sociólogo que tem 100% de certeza quando argumenta sobre algo. Nesta obra, que segue uma seqüencia de “Vida Líquida” e “Modernidade Líquida”, ele põe em cheque um dos maiores sentimentos do homem e um dos mais mal interpretados: o amor. Por que vale a pena a leitura? Depois de dar uma relida na última página, você começa a dar muito mais valor e a interpretar melhor o teu sentimento.

Passou-se uns meses e eu peguei, finalmente, a continuidade da jornalista e consumista Becky Bloom. Em “Becky Bloom na 5ª Avenida”, de Sophie Kinsella, a moça vai para NY e acaba se perdendo de vez nos gastos. É um livro bobinho, que não tem muito conteúdo, mas é simplesmente ótimo para você dar risadas sinceras e sair correndo ao shopping para comprar algo. Eu gosto, de fato, e com certeza vou querer os outros. Não sei porque demoro tanto para ler as continuações, viu...

Ah, claro. Aproveitei o embalo de vida glamurosa de Becky e li outro "Gossip Girl". A história começa a ficar meio chata depois que você segue a série na televisão, ainda mais porque a narrativa do livro é boba, parece que você tá lendo um conto infantil. Mas dá para ter um pouco de diversão e inveja dos personagens, que vivem a melhor (depende do ponto de vista) vida do mundo em NY.

Por último, mas não menos importante, li “Hell – Paris 75016”, de Lolita Pille. A definição da obra por uma amiga foi de algo kitsch. Eu concordei, de começo, pelo fato do livro ter uma escrita bem pobre, com um correr duvidoso e não chamativo, mas por lotar as linhas de palavras difíceis. Pra começar, é um livro para ler acompanhado de um dicionário. Mas enfim, a história de Hell é uma história verdadeira, um relato da própria autora do livro, que é onipresente. Bem Christiane F, a moça vive em Paris e tem todo o dinheiro do mundo para fazer o que quer. Sai de balada todos os dias, usa as melhores roupas das melhores grifes, vive em um apartamento sozinha, se droga e faz sexo como troca de calcinha. Até que se apaixona, vive um tempo com o moço e depois se separa. O destino mata o cara. Daí Hell desacredita de sua vida e vai viver na promiscuidade. O livro é forte, verdadeiro e dá para sacar o que Lolita quis nos passar de sua dia. Aliás, com a última frase do livro, a gente saca bem o que ela queria ao escrevê-lo. A gente fica meio pesado depois que lê umas coisas dessas e o tema foi até assunto de uma discussão no Messenger, onde uma amiga disse que se ela tivesse todos os requintes que Hell tinha, com certeza ela iria querer acabar com a vida dela de alguma forma também. “Porque a perfeição – somada à felicidade – não existe”, foi o que me disse.

Eu sai da conversa e fiquei pensando uns bons dias no assunto.

E agora? DJogado na cama, está “A Menina que Roubava Livros”, por Marcus Zusak e que Aline também já comentou aqui. Não sei se é bom, mas pretendo aproveitar as férias para zerar o estoque guardado. E comprar mais, claro.

*No título, um trecho do poema "Ausência", de Carlos Drummond de Andrade.
enviada por Caio Caprioli



13/04/2008 10:47

Sheila: ela não casou e resolveu se matar!

Bookmarks, bookmarks meu... existe alguém que sentiu mais saudades do que eu? Ok, acredito que não, mas vamos ao que interessa!

Esses dias, enquanto ia para o almoço, vi “Sheila Levine está morta e vivendo em Nova York”, de Gail Parent, na prateleira de uma revistaria. A capa era bonita, o nome era legal e a história parecia ser interessante. Não deu outra: lá fui eu novamente, gastar meu dinheiro sem saber com o que. Êêêita, compulsão que me persegue!

“Sheila Levine está morta e vivendo em Nova York” conta a história de uma judia desesperada por casamento. Ela vê os anos passarem, sua vida amorosa não se resolver e simplesmente pira. Quando vê que todas as suas amigas arranjam alguém e ela não, Sheila começa a ir para cama com qualquer um que apareça pela frente.

E se a pressão para que ela arranjasse um marido já era grande, imagine o que acontece quando sua irmã mais nova (repito: a irmã mais nova!) anuncia que encontrou o homem da sua vida e está de casamento marcado? Nossa protagonista fica maluca e até precisa procurar ajuda psicológica para se livrar da tristeza de “ficar para titia”.

Não vendo uma solução para o seu azar com homens, Sheila decide se matar. É... se não vai casar mesmo, a vida não tem mais sentido. Ela planeja tudo: compra um caixão, lápides, contrata um rabino para dizer as últimas palavras no dia de seu enterro e o mais legal.. Sheila até compra um vestido de gala e sutiãs e calcinhas novas. Tudo pra morrer em grande estilo.

A história é tão gostosa de ler como “O diabo veste Prada”. A maneira como a autora fala simplesmente deixa você vidrada por horas e louca pra saber o fim da história que, por sinal, é surpreendente!

Até a próxima! :)
enviada por Aline



18/01/2008 10:32

Cartas da Zona de Guerra

Aproveitando esse clima (quase) disputa eleitoral nos Estados Unidos, reservo um tempinho para falar sobre Cartas da Zona de Guerra, do documentarista americano Michael Moore.

Devo admitir que sempre adorei a forma sarcástica e inteligente como o autor coloca as idéias no papel, mas tenho que dizer também que esse livro segue um rumo totalmente diferente dos demais (“Stupid White Men” e “Cara, cadê meu país?”).

Ao invés de tentar provar com suas próprias palavras que a invasão e a guerra no Iraque foram um erro, Moore meio que “copia e cola” as provas. “Cartas da Zona de Guerra” é, na verdade, um apanhado com mais de 100 cartas dos soldados que lutaram no Iraque meses depois do 11 de setembro. São depoimentos emocionantes enviados ao cineasta durante os conflitos que mostram o quanto os jovens que estavam lá sofreram.

Mas, apesar das diversas declarações estilo “Não agüento mais essa guerra”, raros são aqueles que criticam duramente o governo Bush. Uns contam como é não saber o dia de amanhã e outros se mostram carentes por estarem longe das famílias. Vale a pena conferir! :D
enviada por Aline



10/01/2008 08:35

Todo mundo que vale a pena conhecer

Amor de verão: quem nunca teve um? A verdade é que os meus têm sido bastante, digamos... incomuns. Nessas férias, por exemplo, me apaixonei loucamente por quase 500 páginas de muita badalação e confusão. Mesmo estando numa das praias mais desertas de Ilhéus, na Bahia, com a temperatura beirando os 37ºC, fiz questão de carregar “Todo mundo que vale a pena conhecer”, da autora Lauren Weisberger, para tudo quanto é canto!

Opa... aposto que “Lauren sobrenome difícil” não lhe é estranho, é? Bem... quem não se recorda do sucesso que a autora fez com “O diabo veste Prada”, lançado em 2006? O livro passou consideráveis 6 meses na lista dos mais vendidos do The New York Times e abriu alas para o segundo de (sem dúvidas) muitos outros bestsellers.

Em “Todo mundo que vale a pena conhecer” tudo pode acontecer. Apesar do nome sugestivo, o livro não é mais uma comédia romântica boba. A obra é uma abordagem inteligente (mas não moralista) dos prejuízos que a fama pode trazer. Por exemplo: O que você faria se, de uma hora para a outra, você deixasse seu trabalho chato e fosse fazer algo que exigisse APENAS diversão? É isso o que acontece quando a personagem Bette resolve pedir demissão numa empresa de cobranças e se aventurar numa das assessorias de imprensa mais badaladas de Nova Iorque.

Se antes ela se escondia no anonimato, agora Bette tem que encarar a mudança. Ela passa a ter amigos famosos, muda o guarda-roupa e nunca é barrada em nenhuma balada da cidade. Em falar nisso... É numa dessas festas da vida que conhece o segurança Sammy, que trabalha na balada Bungalow 8 e por quem se apaixona loucamente. Só que não vai ser fácil manter esse relacionamento. Pelo menos não no início.

O problema é que Bette Robinson é romântica ao extremo e fantasia sobre o dia em que um príncipe loiro-fofo-e-de-olhos-azuis vira, de cavalo branco, pedi-la em casamento. Ter um namorado baladeiro ou que possa lhe trocar por outra num piscar de olhos?! Nem pensar!!!

E tem mais... Bette acaba sendo vítima de uma grande armação que o personagem Philip inventa. Ele é um playboy que faz de tudo para aparecer, então resolve, do dia para a noite, que Bette é sua namorada. Ele a beija e agarra em frente aos fotógrafos e dá declarações comprometedoras para ficar “bem na fita”, mas a verdade é que o garanhão não é de nada na cama. E mais: no fim das contas descobrimos que ele tem uma “quedinha” por homens!

Embalado por diálogos engraçados, “Todo mundo que vale a pena conhecer” é tão bom que faz até quem não tem nada a ver com as personagens morrer de rir.
enviada por Aline



29/11/2007 15:21

Gossip Girl: dos livros para a TV, uma delicia de fofoca



Está na boca de todos: Gossip Girl já é um grande sucesso das séries de televisão. Dirigida por Josh Schwartz, o mesmo criador da já extinta “The O.C.”, a trama narra a vida de adolescentes nova-iorquinos riquíssimos que estudam nas melhores escolas e conseguem tudo o que querem em questões de segundos. Para você que só viu na TV e está meio desantenado, uma surpresa: o seriado nasceu de uma seqüência de ótimos e divertidos livros, escritos por Cecily Von Ziegesar e, bom, as coisas não são exatamente iguais por lá.

Para começar, Serena van der Woodsen, a protagonista do enredo, não é tão boazinha quanto parece. A loira simplesmente some de Nova York, abandonando sua melhor amiga, Blair Wardolf, e leva consigo um grande mistérios. Anos depois, a moça reaparece, achando que tudo estaria bem. A diferença dos livros para a TV é a pergunta que ronda toda a história: por que Serena voltou? No seriado de Josh, o irmão tentou suicídio. Nos livros, seu irmão está muito bem, obrigado, e estudando em Brown! Epa...

Considerada a “Sex And The City” para jovens, quem leu, sabe do que estou falando. As malvadezas adolescentes e as fofocas não param de rolar, a Gossip Girl – uma garota que posta tudo o que acontece na cidade em um site da internet que é supervisitado – tem a língua afiadíssima e adora soltar alguns boatinhos por aí.

Confesso, ainda não li todos. Mas a diferença de série e livro é gritante. De tão viciante, hoje acordei de madrugada com uma vontade louca de ler “só mais um capítulo”. Josh é ótimo em seriados adolescentes, assim como The O.C., Gossip Girls promete.

Caso queira conhecer a coleção de livros de Gossip Girls, clique aqui.

Agora comenta aí, o que você está achando de Gossip Girl?
enviada por Caio Caprioli






Feed: Seja avisado quando este blog for atualizado :: (O que é isso?)